As vezes me pego perguntando de onde surgiu minha paixão em cozinhar, a resposta vem em imagens que surgem em minha mente, cenas de festas e reuniões famíliares que saudosamente me remetem a sentimentos e gostos que só a infância pode nos proporcionar. Lembro do meu pai e suas peripécias na cozinha, meus tios e os grandes menus de final de ano, cheio de farturas, bom humor e amor, a mesa grande todos reunidos.
Sempre gostei de me relacionar, fazer amizades e agradar, percebi que a comida era sempre um grande motivo para as pessoas se reunirem.
Em volta de uma mesa com algum tipo de alimento gira a humanidade.
Almoços de negócios, festas de casamentos, jantares românticos, destino de nações, e a partilha do pão feita por Cristo em sua última ceia, quanta coisa não acontece em torno da mesa e é claro sempre acompanhado de uma boa refeição.
Já na adolescência me tornei o cozinheiro oficial dos amigos, o tempero e o corte das carnes do churrasco, ficava sob a minha responsabilidade, o tempo foi passando e me aprimorei na cozinha desenvolvi e aprendi técnicas e percepção na gastronomia.
Tenho um enorme prazer em cozinhar, quando a comida é servida, me fascina o silêncio nas pessoas quando começam a comer um prato, que até então era desconhecidos para elas, sei que naquele momento um turbilhão de sensações estão sendo desencadeados, sentimentos e prazeres, e é claro dependendo do resultado do sabor do prato.
Fico olhando os olhos, as reações, os comentários, observo atentamente se elas repetem, quando vejo que a maioria esta partindo para o segundo prato, respiro aliviado e com sensação de dever cumprido, se repetiram o prato é sinal que gostaram...rs
Só então experimento aquilo que fiz, na maioria das vezes acho que daria pra ter ficado melhor, cisma de cozinheiro.
Escuto os elogios e lá dentro, no fundo do ego, fico tremendamente lisongeado, pois para o cozinheiro a melhor recompensa é quando consegue agradar seus comensais.
Você faz uma alquimia, transformando alimentos em sentimentos, e mesmo que por alguns minutos, você faz com que aquela pessoa que esta ali experimentando do prato que você fez, fique feliz.
Marcelo Graziani
Sempre gostei de me relacionar, fazer amizades e agradar, percebi que a comida era sempre um grande motivo para as pessoas se reunirem.
Em volta de uma mesa com algum tipo de alimento gira a humanidade.
Almoços de negócios, festas de casamentos, jantares românticos, destino de nações, e a partilha do pão feita por Cristo em sua última ceia, quanta coisa não acontece em torno da mesa e é claro sempre acompanhado de uma boa refeição.
Já na adolescência me tornei o cozinheiro oficial dos amigos, o tempero e o corte das carnes do churrasco, ficava sob a minha responsabilidade, o tempo foi passando e me aprimorei na cozinha desenvolvi e aprendi técnicas e percepção na gastronomia.
Tenho um enorme prazer em cozinhar, quando a comida é servida, me fascina o silêncio nas pessoas quando começam a comer um prato, que até então era desconhecidos para elas, sei que naquele momento um turbilhão de sensações estão sendo desencadeados, sentimentos e prazeres, e é claro dependendo do resultado do sabor do prato.
Fico olhando os olhos, as reações, os comentários, observo atentamente se elas repetem, quando vejo que a maioria esta partindo para o segundo prato, respiro aliviado e com sensação de dever cumprido, se repetiram o prato é sinal que gostaram...rs
Só então experimento aquilo que fiz, na maioria das vezes acho que daria pra ter ficado melhor, cisma de cozinheiro.
Escuto os elogios e lá dentro, no fundo do ego, fico tremendamente lisongeado, pois para o cozinheiro a melhor recompensa é quando consegue agradar seus comensais.
Você faz uma alquimia, transformando alimentos em sentimentos, e mesmo que por alguns minutos, você faz com que aquela pessoa que esta ali experimentando do prato que você fez, fique feliz.
Marcelo Graziani
